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La práctica profesional de la Medicina Interna, así como de cualquier otra especialidad, requiere que el graduado acreciente y profundice sus estudios en las mismas, ya que el perfil de médico generalista no lo habilita para su desempeño. Se realiza punción lumbar: LCR a predomi- nio linfocitario con hipoglucorraquia. ‘Cyramza’ (Lilly), en combinación con paclitaxel, mejora la supervivencia en pacientes con cáncer gástrico Está usted a punto de acceder a una página con información destinada exclusivamente a profesionales sanitarios con la formación adecuada para su correcta interpretación.

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Editor: Monsalvez2007 S.L.; Edición

ISBN: 8416451699

Ecocardiografía Clínica Practica - 3ª Edición(+ DVD)

El subespecialista tiende a concentrarse en solucionar un problema atingente a su subespecialidad y deriva el paciente a otros médicos para resolver problemas clínicos que considere ajenos a su área de experiencia. En cambio, el internista atiende integralmente al paciente y solicita la ayuda de otros especialistas cuando algún problema clínico alcanza una complejidad diagnóstica o terapéutica que hagan razonable contar con su mayor experiencia, o requiera una tecnología de su dominio , cited: Heart Disease Anatomical Chart leer libro Heart Disease Anatomical Chart in Spanish (Enfermedad Del Corazon) here. Una dirección de correo electrónico y conocimientos a nivel de usuario. 4. Conocimientos de inglés suficientes para la lectura de bibliografía, acceso a bases de datos e interpretación de trabajos de investigación. 3 Neuropatía autonómica cardiovascular en el paciente diabético (Capítulo del libro Control global del riesgo cardiometabólico ): 1 descargar Neuropatía autonómica cardiovascular en el paciente diabético (Capítulo del libro Control global del riesgo cardiometabólico ): 1 pdf, azw (kindle). Por ello se deberían im- plementar políticas públicas a los fines de poder brindar a la pobla- ción mejor calidad de vida, y control sanitario, sobre todo en los individuos que presenten factores de riesgos, disminuyendo las for- mas graves de TBC y a su vez el riesgo de que una infección latente, se convierta en un proceso activo Tratado de Medicina leer aquí descargar Tratado de Medicina Cardiovascular pdf, azw (kindle), epub, doc, mobi. Formar a colectivos de comedores escolares en manipuladores de alimentos y en alimentación escolar. Elaboración de guía de buenas prácticas en el comedor escolar. Nutrición en las diferentes etapas de la vida y en patologías. Dietas de adelgazamiento Licenciada en Medicina y Cirugía por la Universidad Autónoma de Barcelona, 2003 ref.: Tratado de medicina leer en línea Tratado de medicina cardiovascular de la esc book. BIANCO ROBERTO) MALATTIE VIRALI INCLUSO AIDS (DAY HOSPITAL) (Resp.: PROF Utilidad del ECG en la hipertensión arterial Utilidad del ECG en la hipertensión arterial here. Factor deficiente en la anemia megalobástica R = En la mucosa gástrica se produce el factor intrínseco que es necesario para la absorción de vitamina B12 a nivel del ileón terminal por los receptores específicos para el complejo ref.: Diabetes monogénica y Diabetes descargar gratis descargar en línea Diabetes monogénica y Diabetes Latente Autoinmune del Adulto (LADA) (Capítulo del libro Control global del riesgo cardiometabólico ): 1. A Ministra da Sa�de, Ana Maria Teodoro Jorge, em 20 de Julho de 2010. A forma��o espec�fica no internato m�dico de Medicina Interna tem a dura��o de 60 meses (cinco anos, a que correspondem 55 meses efectivos de forma��o) e � antecedida por uma forma��o gen�rica, partilhada por todas as especialidades, designada por ano comum. 1 - Dura��o - 12 meses. 2 - Blocos formativos e sua dura��o: a) Medicina interna - quatro meses; b) Pediatria geral - dois meses; c) Obstetr�cia - um m�s; d) Cirurgia geral - dois meses; e) Cuidados de sa�de prim�rios - tr�s meses. 3 - Preced�ncia. - A frequ�ncia com aproveitamento de todos os blocos formativos do ano comum � condi��o obrigat�ria para que o m�dico interno inicie a forma��o espec�fica. 4 - Equival�ncia. - Os blocos formativos do ano comum n�o substituem e n�o t�m equival�ncia a eventuais est�gios com o mesmo nome da forma��o espec�fica. 1.1 - A medicina interna ocupa-se da preven��o, diagn�stico e orienta��o da terap�utica curativa n�o cir�rgica das doen�as de �rg�os e sistemas ou das afec��es multi-sist�micas dos adolescentes, adultos e idosos. 1.2 - A vis�o integradora da constela��o de caracter�sticas fisiol�gicas e patol�gicas do doente e a articula��o com as pr�ticas de outras especialidades definem a sua ess�ncia. 1.3 - Esta especialidade exerce-se em cl�nica de internamento, de ambulat�rio, cl�nica de urg�ncia/emerg�ncia dos estados cr�ticos. 1.4 - A variedade nosol�gica n�o permite o estabelecimento de compartimenta��es r�gidas relativas aos objectivos dos conhecimentos, exigindo-se ao m�dico interno de medicina interna a constru��o de um edif�cio te�rico multidisciplinar que, em conjunto com a aquisi��o de uma experi�ncia pr�tica s�lida e variada, lhe permita a resolu��o de problemas cl�nicos progressivamente mais complexos. 2 - Dura��o da forma��o espec�fica - 60 meses. 3 - Estrutura, dura��o e sequ�ncia dos est�gios: 3.1 - Estrutura e dura��o dos est�gios: 3.1.1 - Medicina interna - dura��o m�nima de 42 meses; 3.1.2 - Medicina de cuidados intensivos polivalentes - est�gio obrigat�rio de seis meses em unidade polivalente; 3.1.3 - Est�gios opcionais - dura��o at� 12 meses. 3.1.3.1 - Os est�gios opcionais realizam-se em servi�os ou unidades com idoneidade formativa reconhecida que permitam assegurar tiroc�nios que interessem ao plano de treino, definido pelo interno e seu orientador de forma��o, ouvido o director do servi�o onde est� colocado. 3.1.3.2 - Cada um dos est�gios opcionais n�o poder� ter uma dura��o inferior a tr�s meses. 3.1.3.3 - Recomendam-se os seguintes est�gios opcionais nas �reas referidas: 3.2 - Sequ�ncia dos est�gios: 3.2.1 - O primeiro e o �ltimo ano do internato s�o desejavelmente efectuados em servi�o de medicina interna, obedecendo os restantes est�gios ao plano de forma��o aprovado em cada institui��o. 4 - Local de forma��o para cada est�gio: 4.1 - Est�gio de medicina interna - servi�o de medicina interna. 4.2 - Est�gio de medicina de cuidados intensivos polivalentes - servi�o ou unidade de cuidados intensivos polivalentes. 4.3 - Est�gios opcionais - servi�o ou unidade cujo exerc�cio permita o cumprimento do plano e dos objectivos do tiroc�nio. 4.4 - N�o s�o considerados v�lidos os est�gios que n�o contemplem actividade cl�nica ou desempenho. 4.5 - Os servi�os ou unidades respons�veis pelos est�gios devem possuir obrigatoriamente um plano de forma��o que respeite o programa m�nimo definido, nomeando um respons�vel de est�gio para acompanhamento do m�dico interno. 5 - Objectivos dos est�gios: 5.1 - Est�gio em medicina interna: 5.1.1 - Objectivos de desempenho: 5.1.1.1 - Durante a totalidade do internato, o interno deve adquirir progressiva autonomia nos seguintes itens: a) Colheita e elabora��o de hist�rias cl�nicas, elabora��o de diagn�stico diferencial, emiss�o de diagn�sticos cl�nicos provis�rios, solicita��o de exames complementares de diagn�stico, interpreta��o de anomalias cl�nico-laboratoriais, integra��o de todos os elementos de investiga��o cl�nica, obten��o de um diagn�stico final, prescri��o e realiza��o de um protocolo terap�utico e defini��o de um progn�stico; b) Apresenta��o oral clara, extensa ou resumida (em forma de ep�crise) de casos cl�nicos, em visita m�dica ou reuni�o cl�nica; c) Capacidade de apresenta��o sum�ria de um conjunto de doentes, em visita m�dica, reuni�o de servi�o ou transfer�ncia de turno de urg�ncia; d) Realiza��o de nota de alta ou transfer�ncia; e) Participa��o activa em reuni�es cl�nicas; g) Realiza��o/participa��o activa em sess�es tem�ticas ou de revis�o bibliogr�fica; h) Assimila��o e emprego com conveni�ncia das regras que regem a solicita��o de servi�os de outras especialidades; i) Integra��o nas equipas de urg�ncia interna; j) Integra��o nas equipas de urg�ncia externa por per�odos de 12 horas semanais, com forma��o em exerc�cio, sob tutela de um especialista de medicina interna, em todos os sectores que constituem o servi�o de urg�ncia, sendo esta actividade reconhecida como fundamental na forma��o em medicina interna, pelo que a explana��o das compet�ncias adquiridas nesta �rea e a reflex�o sobre a respectiva casu�stica ser�o relevantes para a avalia��o final; l) Integra��o na consulta externa e reflex�o cr�tica sobre a casu�stica respectiva; m) Execu��o das seguintes t�cnicas: 1) Pun��o e canaliza��o das veias perif�ricas; 9) Outras t�cnicas de colheita de tecidos para estudo histol�gico; n) Conhecimento dos princ�pios de estat�stica aplicados �s ci�ncias biol�gicas e ou capacidade de utiliza��o e interpreta��o de programas inform�ticos de tratamento e an�lise estat�stica na �rea biom�dica; o) Conhecimento e aplica��o dos consensos de �tica e da deontologia m�dicas; p) Participa��o em publica��es cl�nicas ou cient�ficas; q) Participa��o em cursos de p�s-gradua��o (nacionais ou estrangeiros) de interesse e m�rito reconhecidos; r) Elabora��o e execu��o de projectos de investiga��o; s) Integra��o em n�cleos de ensino pr� ou p�s-graduado; t) Participa��o em ac��es de consultadoria a outras especialidades, em regime tutelado. 5.1.2 - Objectivos de conhecimento - para o 1.�, 2.�, 3.�, 4.� e 5.� anos - etiopatogenia, epidemiologia, fisiopatologia, anatomia patol�gica, semiologia cl�nica e laboratorial, diagn�stico e terap�utica de entidades nosol�gicas inclu�das nas seguintes �reas: t) Toxicologia e subst�ncias de abuso. 5.2 - Est�gio em medicina de cuidados intensivos polivalentes: 5.2.1 - Objectivos de desempenho - execu��o de t�cnicas de diagn�stico e terap�utica em doentes em cuidados intensivos, nomeadamente: b) Monitoriza��o cl�nica e laboratorial da fun��o respirat�ria; c) Cateterismo venoso central percut�neo; d) Cateterismo venoso e arterial; e) Entuba��o endotraqueal e manuten��o da via a�rea; f) Suporte ventilat�rio mec�nico e suas diferentes modalidades; g) Suporte nutricional ent�rico e parent�rico; h) Instala��o de estimulador card�aco transvenoso provis�rio; l) T�cnicas de analgesia e seda��o. 5.2.2 - Objectivos de conhecimento: a) Conhecimento de crit�rios de admiss�o e alta das unidades de cuidados intensivos; b) Vigil�ncia e monitoriza��o (invasiva/n�o invasiva) de doentes em estado cr�tico; c) Reanima��o e terap�utica do choque; e) Altera��es do equil�brio hidroelectrol�tico e �cido-base; f) Emprego de solu��es parenterais; g) Transfus�o de sangue e derivados; h) Fisiopatologia e terap�utica das altera��es agudas da coagula��o; i) Fisiopatologia e terap�utica substitutiva das situa��es de insufici�ncia respirat�ria; j) Fisiopatologia e terap�utica substitutiva das situa��es de insufici�ncia renal; l) Fisiopatologia e terap�utica substitutiva das situa��es agudas do sistema cardiovascular; m) Fisiopatologia e terap�utica da insufici�ncia hep�tica aguda e das hemorragias gastrentestinais; n) Fisiopatologia e terap�utica das crises end�crinas agudas; o) Abordagem da infec��o grave e sepsia; p) Avalia��o e tratamento em p�s-operat�rio; q) Abordagem do grande traumatizado; r) Abordagem das principais intoxica��es. 5.3.1 - Recomenda-se a realiza��o de est�gios opcionais de acordo com o regulamentado no n.� 3.1.3. 5.3.2 - Os est�gios opcionais implicam obrigatoriamente: b) Exist�ncia de objectivos de conhecimento: 1) Etiologia, fisiopatologia, cl�nica, diagn�stico, terap�utica e progn�stico das entidades nosol�gicas; 2) Monitoriza��o da actividade das doen�as com recurso a protocolos validados (quando existentes) e seu reflexo na decis�o terap�utica. 6.1 - A avalia��o � feita de acordo com o estabelecido no Regulamento do Internato M�dico. 6.2 - Avalia��o do desempenho - desempenho individual: a) Capacidade de execu��o t�cnica - pondera��o 3; b) Interesse pela valoriza��o profissional - pondera��o 3; c) Responsabilidade profissional - pondera��o 2; d) Rela��es humanas no trabalho - pondera��o 2. 6.3 - Avalia��o de conhecimentos: 6.3.1 - A avalia��o quantitativa dos est�gios opcionais far� m�dia ponderada com a nota obtida na avalia��o de conhecimentos referente ao ano respectivo. 6.3.2 - As restantes avalia��es de conhecimentos, no final de cada est�gio ou por cada 12 meses de internato, consistem em: a) Aprecia��o do relat�rio de actividades e trabalhos produzidos pelo m�dico interno; b) Discuss�o das mat�rias estabelecidas como objectivos de conhecimentos para o est�gio ou per�odo de est�gio; c) Discuss�o de um relat�rio escrito, constru�do com base na entrevista e observa��o de um doente, onde constem o diagn�stico, a terap�utica e a ep�crise. 7 - Avalia��o final do internato: 7.1 - As provas de avalia��o final e a composi��o do j�ri nacional obedecem ao disposto no Regulamento do Internato M�dico. 8.1 - O presente programa entra em vigor em 1 de Janeiro de 2011 e aplica-se aos m�dicos internos que iniciam a forma��o espec�fica do internato a partir dessa data Arritmias principios arritmias guia ractica para la interpretacion y el tratamiento descargar Arritmias principios arritmias guia ractica para la interpretacion y el tratamiento.

Médica-veterinária pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Mestre em Clínica Médica de Pequenos Animais pela UFF. Professora de Clínica Médica de Pequenos Animais do Instituto Federal Fluminense (IFF) e da Fundação Educacional D. Responsável pelo Setor de Endocrinologia da Clínica Veterinária Vet Care. Sócia-fundadora e Vice-presidente em exercício da Associação Brasileira de Endocrinologia Veterinária (ABEV) descargar Guía de educación para la salud en la prevención de insuficiencia cardiaca pdf. Disacáridos de importancia biológica y su composición. R = Son 3 la maltosa integrada de glucosa, glucosa, la sacarosa constituida de glucosa, fructosas y finalmente la lactosa integrada por galactosa y glucosa descargar Guía de educación para la salud en la prevención de insuficiencia cardiaca epub. Estimulación y tranquilizar a los padres. Método paraclínico de elección para diagnóstico y seguimiento de un aneurisma 52 descargar Guía de educación para la salud en la prevención de insuficiencia cardiaca pdf. CASO 4 2002 se realizó ECO a mujer de 60 años con HTA, asintomática, observando una masa adherida al tabique interventricular, en aurícula izquierda de 18,8 mm por 7,5 mm compatible con Mixoma, corroborado con cineventriculografía Nuevos factores hemodinámicos descargar gratis Nuevos factores hemodinámicos (Capítulo del libro Control global del riesgo cardiometabólico ): 1 en línea.

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Cuadernos de autoevaluación. Curso de formación continuada en cardiología: Aplicación Práctica de las Guías de la AHA. Módulo II: Cardiología clínica I

Ela consulta o Smithsonian Institution National Zoological Park, em Washington, D. C., nas questões relacionadas com teriogenologia e medicina interna. É autora de diversas publicações e capítulos de livros científicos e é uma palestrante bastante reconhecida internacionalmente com relação aos tópicos de teriogenologia e doenças infecciosas de pequenos animais Arritmias principios arritmias leer aquí leer en línea Arritmias principios arritmias guia ractica para la interpretacion y el tratamiento. As instituições de ensino têm até dezembro de 2018 para se adequar ao novo currículo. Mas, para turmas abertas a partir da entrada em vigor das novas diretrizes, o prazo é de um ano. Diagnosticar e tratar doenças nas seguintes especialidades: Alergia e imunologia Mecanismos de defesa do organismo Interpretacion clinica y descargar epub Interpretacion clinica y autoevaluacion del ecg book. Trata-se de um a excelente oportunidade de integrar uma empresa onde os recursos humanos são valorizados, com potencial de crescimento na área dos dispositivos Infarto. Que Es Y Como Prevenirlo leer en línea Infarto. Que Es Y Como Prevenirlo. Davidson atuou como Diretora da clínica veterinária San Rafael, em Guide Dogs for the Blind, Inc, supervisionando os cuidados de saúde de mil filhotes nascidos anualmente, além das colônias reprodutoras de 350 a 400 cachorros em treinamento , source: Tratado de medicina cardiovascular de la esc leer Tratado de medicina cardiovascular de la esc. Infatti l'eparina potrebbe trasformare un ictus ischemico in emorragico. Considera l'uso del warfarin in caso di embolia di origine cardiaca (IMA anteriore, fibrillazione atriale, valvulopatie) Somministra l'aspirina nell'ictus ischemico acuto o nell'attacco ischemico transitorio al più presto dopo aver escluso un'emorragia intracranica IV CONVOCATORIA DE PREMIOS A leer gratis descargar IV CONVOCATORIA DE PREMIOS A LOS MEJORES CASOS CLÍNICOS DE MÉDICOS RESIDENTES DEL COLEGIO OFICIAL MÉDICOS DE VALLADOLID: PREMIO DR. D. MIGUEL GARCÍA MUÑOZ. Il Centro di medicina e chirurgia dello sport (CMCS) dell'Ospedale Regionale di Locarno La Carità ha ottenuto la certificazione di Swiss Olympic Medical Center. Questo titolo è assegnato da Swiss Olympic a quei centri medici che adempiono a severi criteri di qualità e che sono in grado di offrire agli sportivi d'élite tutta una serie di servizi che vanno dai test di prestazione fisica agli aspetti strettamente medici di diagnosi e cura di lesioni tipicamente sportive come anche di patologie generali Hurst - corazon, el - cardiopatia coronaria e hipertension descargar en línea Hurst - corazon, el - cardiopatia coronaria e hipertension.

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La medicina argentina fue siempre, influenciada por Francia y Europa, como escribimos en columnas anteriores. Desde la anatomía a la cirugía pasando por la medicina clínica, siendo esta denominada por algunos como la "verdadera medicina". Y de esto se trata, esta columna, del congreso mundial de medicina clínica , cited: Dislipemias secundarias hacer clic libro hacer clic Dislipemias secundarias (Capítulo del libro Control global del riesgo cardiometabólico ): 1 for free. Assistenza globale al paziente adulto e anziano affetto da polipatologie internistiche acute, croniche e croniche riacutizzate con particolare interesse e competenza per le seguenti problematiche: • Malattie cardio-cerebro-vascolari: l'Unità Operativa è sede della Stroke Unit dedicata all'assistenza dei pazienti affetti da ictus cerebrale in fase acuta , cited: Manual de Hipertensión de la descargar libro Manual de Hipertensión de la European Society of Hypertension pdf, azw (kindle), epub. El uso de dexame- tasona no está recomendado en las crisis agudas, pero si en estatus migrañoso ref.: Cuida tu Corazón, Vive Mejor hacer clic gratis Cuida tu Corazón, Vive Mejor pdf, azw (kindle), epub, doc, mobi. Se observa una lesión asintomática en piso de boca, lado derecho y cara ventral de lengua del mismo lado. Como antecedentes perso- nales patológicos solo se destaca hipertensión arterial. Se realizaron citología exfoliativa y PCR, de borde y cara ventral de lengua, arrojando un resultado positivo para HPV 31 y biopsia por escisión y PCR de la lesión de piso de boca, dando como resultado: Verruga Vulgar Netter. Atlas De Correlación Anatomo-Radiológica. Anatomía Cardiotorácica leer Netter. Atlas De Correlación Anatomo-Radiológica. Anatomía Cardiotorácica. IAM EN EVOLUCION O RECIENTE - TROPONINAS Y CKMB - SINTOMAS DE ISQUEMIA - APARICION NUEVAS ONDAS Q DE NECROSIS - CAMBIOS EN EKG ... PSICOTERAPIA APLICADA A LA MEDICINA INTERNA LOS EFECTOS DEL BIOFEEDBACK EN DIABETES E HIPERTENCION OBJETIVO:... Usualmente el síndrome metabólico se desarrolla en pacientes en los que existen cierta predisposición genética, un estrés crónico, emociones negativas y estilos de vida poco saludable, es por esto que el principal objetivo de dicha investigación es que a partir de los conocimientos de los aspectos psicofisiológicos de dichos factores, se puedan identificar los beneficios del biofeedback.. Control global del riesgo cardiometabólico: 1 leer Control global del riesgo cardiometabólico: 1 book. A Medicina Intensiva é a área da Medicina Interna que se dedica ao diagnóstico e tratamento de situações de doença aguda potencialmente reversíveis em doentes que apresentem falência eminente ou estabelecida de uma ou mais funções vitais Retinopatía diabética (Capítulo del libro Control global del riesgo cardiometabólico ): 1 Retinopatía diabética (Capítulo del libro Control global del riesgo cardiometabólico ): 1 pdf, azw (kindle), epub, doc, mobi. Sin embargo, es el Medico Internista el encargado de coordinar y supervisar los múltiples tratamientos y su efecto en el paciente , e.g. Casos prácticos en medicina interna: de la historia clínica al diagnóstico Casos prácticos en medicina interna: de la historia clínica al diagnóstico en línea. Enfoque en FRCV individuales para prevención cardiovascular en DM 2 Areas de enfoque prevención riesgo cardiovascular CAMBIOS TERAPEUTICOS EN EL ESTILO DE VIDA Control de la pa/ hta TAMIZAJE: TODAS las visitas. Este Curso se realizará de forma semi-presencial para favorecer el acceso a la formación, independientemente del lugar dónde se desarrolle su labor profesional , source: Fármacos para el corazón leer Fármacos para el corazón for free. Es experto en Diagnóstico por Imagen No Invasiva, incluyendo Ecocardiografía, Cardio-Resonancia Magnética y Cardio-Tomografía Computarizada, siendo en la actualidad Director de las Unidades de Imagen Cardiaca del Hospital de Sant Pau y de Cardiodiagnosis-Clínica Creu Blanca, … - Médico Interno Residente del Servicio de Cardiología del Hospital de la Santa Creu i Sant Pau, de … - Cardiólogo de Plantilla del Servicio de Cardiología del Hospital de la Santa Creu i Sant Pau, de … Passeig Reina Elisenda de Montcada, 17, 08034 Barcelona ¿por qué es un doctor de primer nivel Guía de educación para la salud en la prevención de insuficiencia cardiaca en línea?

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